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Autor
Engenheiro


29 anos
Um "yes man" incapaz de dizer não às coisas boas da vida.
Este é um espaço de histórias intensas, cheias de paixão por um quotidiano preenchido por experiências verdadeiramente únicas.
Porque trabalho e lazer não têm que ser antónimos, mas apenas anónimos.


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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
20:27; Modo manual
Uma das minhas funções é a prestação de assistência técnica. Resumir-se-á a uma análise in loco para, eventualmente, posterior intervenção pelos técnicos.

Na soalheira e calma manhã de hoje o telemóvel tocou. Um velho cliente, de obra terminada e paga. Deixo-o chamar um pouco, ao som de "I'm yours" (ironias). Num último instante atendi-o e vi confirmadas as minhas piores suspeitas - uma avaria!
Prá merdinha, pensei eu. Aquilo que estava a querer tornar-se num dia calmo transformou-se num imenso período pré-assistência e pós-assistência. Sim, porque eu preciso de tempo para me mentalizar que vou aturar chatos... e preciso de igual tempo para me recompor.
Acertada a hora - 4 da tarde - acordámos que eu iria ao local onde estaria alguém para me "atender".

Faço-me à estrada ao som de forró num inspirador "senta que é de menta"

Já que você me provocou
Agora experimenta
Senta que é de menta
Senta que é de menta
Xa ca ca la ca ca xa xa ca ca cu cu lu lu
Será que você aguenta
Senta que é de menta
Senta que é de menta

Rasgando alcatrão até à terrinha, chego pontualmente à casa do cliente. Num ambiente familiar, os populares abeiram-se para me dizer que não está ninguém em casa, mas posso pedir à senhora da mercearia para me abrir a porta. Roubo fácil - penso eu! Assim seja, pois não perco tempo e mais depressa regresso ao chat abandonado no escritório.

Aquela merda vai estar um kosovo - imaginei eu. Um sistema solar sem uso é uma pequena incógnita da engenharia. Tudo pode correr bem ou tudo pode virar bosta.

Mas afinal não havia cobre retorcido, uniões derretidas nem fugas generalizadas. O sistema, tranquilo, repousava num estado estranhamente... manual! Parado, desligado, aguardando um pequeno toque num botão para voltar ao normal, o automático!
Desconfiado, efectuei o toque mais caro da história das assistências técnicas, pois os 100 km de deslocações têm, feitas as contas, elevados custos depois de acrescidos os meus honorários. Com um jeito de profissionalismo, aproveitei para um pequeno check-up ao sistema para cumprir calendário.

Enquanto verificava o grupo hidráulico escutei passos aproximando-se. São saltos de mulher, distingo isso melhor que tudo neste mundo!
Mantenho-me, aparentando atarefado, alternando o interruptor do grupo entre ligado e desligado.

Vou parecer um entendido - pensei eu.

As melhores suspeitas revelaram-se positivamente fundamentadas. Era uma mulher... e que mulher. É a noiva do cliente, com os seus 27 anos, 1,70m, olhos doces côr-de-mel, um peito médio mas de formas perfeitas e um rabo incrivelmente perfeito. Rapidamente percebi porque ofereci a estes amigos um verdadeiro desconto. A primeira visita tinha sido de noite, há mais de um ano, e recordo o seu rosto escondido pelas sombras de uma casa em bruto com a iluminação de uma única lanterna.
Disse-lhe que o sistema estava novamente operacional e aproveitei para lhe explicar como operar com o regulador electrónico (na esperança que aprenda a desactivá-lo sempre que me queira encontrar) e fazer um breve resumo das instruções de manutenção.

"Aqui atrás do acumulador de água existe uma válvula que permite regular a temperatura desejada..."

"Quente, quero-a muito quente..." disse-me de imediato enquanto se aproximou do meu ombro para observar o mecanismo de regulação.

"Eu também gosto dela quente" gracejei com um sorriso e olhar fixo no seus olhos de mel.

Mostrei-lhe as válvulas, os manómetros, os termómetros, aprofundei como nunca tinha aprofundado num contacto com um leigo. Tinha a perfeita noção que não estava a acompanhar o meu raciocínio, mas eu estava a adorar senti-la espreitar sobre o meu ombro a uma distância cada vez menor do meu pescoço. Tentando explicar-lhe a naturalidade do aumento da pressão dos fluidos em função da temperatura (absolutamente coincidente nos seres humanos), virei a cabeça para verificar se me escutava. O meu movimento - inesperado - resultou num encontro dos meus lábios nos seus.

"Desculpe..." prontamente exprimi eu, mantendo a curta distância entre os nossos lábios num imenso momento de suspense.

"Pode continuar..." calculei que fosse o beijo. E por isso continuei. Lancei os meus lábios sedentos de prazer e cheios de calor. Retribuiu-me com a intensidade de uma noiva (o casamento será dentro de dois meses) desejosa de queimar os últimos cartuchos antes da - ainda julga ela - fidelidade eterna. Os seus olhos ganhavam brilho e do seu decote encorpavam os seios transpirados do calor numa lavandaria solarenga numa tarde de sol.
O sol raiava, o calor entrava e eu estava desejoso de entrar nela também. Ao som das nossas bocas molhadas, com beijos loucos e línguas entrelaçadas, lançavamos discretos suspiros que me encaminhavam num toque suave pelo seu pescoço.
O seu corpo tremeu, provavelmente virgem nas traições, sentia-se pouco confortável com o toque suave da minha mão no seu rosto, descendo pelo pescoço e com uma tendente direcção. Uma parte de si dizia ainda não, mas o calor do seu corpo só lhe permitia dizer-me a tudo sim.

Não resisti! Ousei descobrir os seus seios, explorando-os com a minha mão que entrou pelo decote, sentindo a pele transpirada de desejo, de vontade. Macios, acariciei-os enquanto a beijava e segurava a sua cabeça, tocando-lhe nos cabelos, no pescoço, nos ombros enrijecidos. Os suspiros eram cada vez mais intensos e frequentes, a força do seu corpo no meu era cada vez maior, impedindo-me de esconder a eminente vontade de a preencher, de entrar naquele belo corpo. Desabotoei a sua camisa, enquanto desabotoava a minha, olhando-me com um sorriso feliz e malandro.

O forró, implacável, não me saía da cabeça com o constante refrão da última canção...

Já que você me provocou
Agora experimenta
Senta que é de menta
Senta que é de menta

Desvendado o seu peito, a provocação era imensa! Não esqueci cada pedacinho de pele entre seus lábios e seus peitos perfeitos. Com os meus lábios, beijei, percorri calma e delicadamente o rosto, o pescoço, os ombros... respondia-me com arrepios aos leves toques por baixo da orelha, de olhos fechados e expressão de prazer. Segurei os seios enquanto os beijava, acariciava em toda a sua plenitude em torno dos mamilos, provocando-os sem lhes tocar.
Sem resistir, puxou a minha cabeça, fazendo-me beijá-los. Beijei-os, lambi os mamilos excitados, pondo-me louco de desejo. Parecendo adivinhar, toca-me e descobre-me já a latejar, sufocando nuns boxers justos e transpirados.
Enquanto me desaperta, beija-me o tronco, percorre os meus braços com as mãos delicadas, beija-me o umbigo... aumenta-me a pressão.

Solto um suspiro profundo, sinto o calor da sua boca que me recebe cheio de vontade, beija-me, mordisca-me, enquanto me massaja de forma ritmada. Adoro o seu jeito, olhando-me nos olhos com ar de safada, ajoelhada, deixando-me duro e excitando, com o corpo tenso e descontrolado.





Levanto-a, desaperto a suas calças, dispo-a deixando-a apenas calçada. Aprecio o seu corpo, tão definido e sensual, enquanto firmo a sua cintura, puxando-a para mim.

Beijamo-nos com os corpos molhados e colados, explorámos cada recanto das nossas bocas. De pé, agarrei-a, levantei-a para o meu colo. Entrelaçou as pernas no meu corpo, dando-se para mim. Senti-a molhada de tesão, chamando por mim.
Suspiros, gemidos, lábios mordidos enquanto a penetrava. Agarrando-a pela cintura, num baloiço cada vez mais frenético, preenchia-a num vaivém delicioso.

Devolvo-a ao chão, viro-a de costas. Seguro nos seus cabelos pretos compridos enquanto inclina o tronco sobre o termoacumulador. A visão era absolutamente deslumbrante. Ao meu cliente vendi-lhe um sistema solar com um raro desconto e, em tom de agradecimento, estava ali, na sua própria casa a fazer sexo com uma bela mulher. Uma noiva. Um avião!

Segurei-a pela cintura, puxando-a contra o meu corpo. Lançámos gemidos, gritos, suspiros. Preenchi cada espaço seu, com movimentos concisos e ritmados.
E ela pedia mais.

Mais depressa - "não pare!"
Mais profundo - "sim!" gritava enquanto me puxava com força.

Com a minha mão senti-a toda molhada, num misto de suor e excitação, lubrificada comigo dentro de si. Senti o seu clítoris crescido... provoquei-o, fazendo-a afastar as suas pernas para eu a estimular.
Massajei suavemente, acelerei, provoquei, excitei freneticamente o seu clítoris enquanto a penetrava com desejo!

"siimm!!" gritava enquanto o seu corpo balançava ao som do meu ritmo.

Aquela noiva estava cheia de tesão, adorava estar a ser comida ali na lavandaria pelo engenheiro que desde o início a apreciou. Foram os olhos de mel, foi aquele olhar safado e provocador que me despertou o desejo. Eu queria-a e estava a tê-la ali, num cenário sensual proporcionado por uma visita fortuita.

Segurei nos seus cabelos, excitei o seu clítoris enquanto a penetrava profundamente.
Naquela posição conseguia estimular o seu ponto G... e a noiva estava a atingir o auge!

"por favor não pare!!"

Eu respondia-lhe com um novo fôlego, a um ritmo que sabia difícil de aguentar. Estava quase a entrar em erupção!

"siiimm!! siiimm!!" gritava, gemia, denunciando o seu clímax próximo.
Eu fico doido com a excitação dela. Com movimentos profundos, liberto-me, encho-me de prazer, puxando-a contra mim.
Orgasmo intenso, beijo o seu pescoço... mantemo-nos colados, transpirados. Ofegantes, sorrimos, olhamos um no outro de um jeito satisfeito e feliz.
Sem palavras, recuperámos as nossas roupas abandonadas. Recomponho-me.

"Obrigado pela sua assistência" brincou a noiva. "Quanto lhe devo?"

"Esta assistência já me pagou. Mas a próxima será a dobrar!" disse-lhe com um piscar de olho.

"Já sei pôr no modo manual. Em breve chamarei por si..."

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