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Autor
Engenheiro


29 anos
Um "yes man" incapaz de dizer não às coisas boas da vida.
Este é um espaço de histórias intensas, cheias de paixão por um quotidiano preenchido por experiências verdadeiramente únicas.
Porque trabalho e lazer não têm que ser antónimos, mas apenas anónimos.


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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
17:41; Uma enfermeira me picou
Num canto da agenda, uma pequena nota me recordava. Tomar uma vacina. São 15:40, deixo o escritório em suspenso e vou para a enfermaria.
Na sala de espera, uma velha e pequena televisão entretinha com programas fracos e doentios. Não presto atenção.

Divago o olhar pelo que sucede em redor. Longe, num corredor avisto uma enfermeira jovem. Fico atento, acompanhando as tarefas.

A enfermeira vestia-se de branco, trazia uma saia e uma camisa cintada. Aproxima-se de uma doente, sentada, levantando - despercebida - um pouco a sua saia. Com um olhar de lince, vejo as suas meias de ligas.

Conseguiu toda a atenção. Flutuo naquela sala, perdido no tempo e no espaço.

Aproxima-se da sala. O meu corpo adormece. Não me sinto, sinto suores, estou em gritos calados vejo-a na minha direcção sobreposta à visão que mantinha ainda na retina.

Ocultando o meu acelerado coração e um pouco de vergonha, aborda-me e questiona.

"Boa tarde. Está a aguardar? Posso ajudar?"

"Vim para vacina... mandaram-me aguardar"

Era a minha vez, pelo que me diz para a acompanhar. No consultório, vendo-me nervoso, conversa comigo para me ambientar.

"Chamo-me Diana. Como se chama?"

A enfermeira das ligas chama-se Diana e, não fosse a vacina, imaginava-a princesa.

"Será no braço. Pode despir a camisa"
Sentia-me exposto, vulnerável e incapaz de disfarçar o meu devaneio. Simpática e delicada, conforta-me com um toque no peito. Sente a minha pulsação, galopante, de um coração com paixão. Tão próximo, sinto a sua mão quente no meu peito.

Voltados um para o outro, descuido o meu olhar que, atrevido, se descai. Descubro pelo decote o seu peito, numa pele dourada, sedosa e macia.

"sente..." digo-lhe enquanto agarro as suas mãos.

"deixou-me louco desde que a vi... ao longe"

Diana responde, sensual, enquanto leva com as mãos as minhas ao seu peito. "também eu estou quente, cheia de desejo!"

Estamos sentados de frente. Na minha cadeira de paciente tenho-a bem próxima no seu posto. Está próxima. Não resisto. Os meus lábios queriam provar o sabor dos seus!

Puxo-a, sentando-a sobre as minhas pernas. Beijamo-nos, envolvi os meus braços no seu corpo, abraçando-a e tocando o pescoço.

Sentia os seus cabelos e sentia o contorno do seu corpo, adorando cada recanto. Cada curva, cada traço, cada pedaço. A minha mão no seu rosto e a sua no meu apimentavam ao momento o carinho que os seus olhos claros me haviam prometido.

A sua saia subida e malandra mostrava as pernas de Diana, morena e atraente.
Desaperto a sua camisa, botão a botão, desvendando-a por entre as ondas do tecido. Encanto-me com os seus seios. Com uma mão pega na minha e percorre, desde o peito, pela barriga, o umbigo, o seu ventre. Consigo sentir o calor que liberta. Solto a sua saia já descomposta e puxo o seu corpo contra o meu.

Desapertou-me o cinto e despimos apressados. Acompanhando com beijos, penetro Diana, a princesa enfermeira. Soltámos suspiros e respirámos acelerados, sincronizados e com vontade.
Numa dança de paixão, Diana mata-me de tesão.
Quentes e molhados, preenchemos o consultório de desejos e corpos satisfeitos.

Pica-me no braço. Beija-me enquanto me visto e caminho, de volta ao trabalho.

| Escrito por Engenheiro | 3 comentário(s) |