Um relato no feminino. Aceitei o desafio e publico a outra face da fortuita visita.
Vinte e oito anos, moreno, alto, dono de um corpo bem definido e de incríveis olhos metamórficos. Era meu chefe na empresa onde trabalhávamos, e trabalhava no escritório por cima do meu. Chamo-me Lisa, sou também morena, porém de olhos castanhos, cabelos escuros, corpo conseguido depois de muitas horas no ginásio e meses de dieta, seios médios e rabo nada grande também.
Ele era o meu objecto de desejo. Muitas foram as noites que dormi tarde, após me masturbar a pensar nele. Ele olhava-me do tipo “vou-te comer”, mas nunca havia acontecido nada entre nós. Muitas vezes o apanhei a olhar para mim, desejando-me, e sempre que isso acontecia, eu apenas sorria. Às vezes, eu olhava-o e ele dava um sorriso torto que me deixava louca, muitas vezes parei o que estava a fazer só pra ir ao WC aliviar. Muitas vezes, quando ele me entregava algo, ele dava um jeito de passar suas mãos nas minhas, e eu podia sentir aquele toque, um toque macio, que alimentava a minha criatividade.
Era uma sexta-feira, e nesses dias da semana o único assunto era o que fazer nos próximos dias. Geralmente eu não fazia nada às sextas, mas aos sábados até riscava umas saídas que de vez em quando acabavam num motel. Ele era muito reservado e nunca o vira comentando nada sobre saídas de fins-de-semana.
Eu estava a escrever uns documentos quando fui interrompida por Cris, uma amiga de trabalho:
"Lisa, estás ocupada?"
"Não. Algum problema?"
"Nenhum. O engenheiro está a chamar-te." Gelei. Eu já entreguei o que tinha que entregar...
"Ele disse do que se trata?"
"Não, apenas pediu para te chamar."
Puxei a blusa um pouco pra baixo, deixei o meu decote bem à mostra e retoquei o batom. Bati na porta, e ele falou naquela voz de veludo “entre”, abri a porta e entrei.
Ele olhou-me de alto a baixo, abriu aquele sorriso torto que eu tanto adoro e disse. "Feche a porta, por favor."
Fechei, e enquanto fechava, sorri imaginando quantas coisas eu poderia fazer com aquele moreno.
"Aconteceu algo grave?"
"Não, nada. Sente-se" sentei.
Ele olhava-me profundamente. Ele começou a falar: "Fazes algo hoje à noite?" Gelei novamente. Acho que ele percebeu minha surpresa e disse:
"Estava a pensar convidar-te para jantar. Aceitas?"
Mas que pergunta. É claro que eu aceito!
"Claro. Vamos depois de sairmos daqui?"
Ele sorriu, com aquele sorriso torto que me fazia ter orgasmos múltiplos.
"Bom, saímos daqui às seis, vou-te buscar a casa às oito?"
"Pode, sim." os seus olhos hipnotizantes brilharam.
"A propósito, caso alguém pergunte o que vieste fazer aqui, diz apenas que o teu documento sobre solar estava óptimo. E por sinal, estava mesmo."
"Obrigada" agradeci e saí da sala, fechando a porta com cuidado. As horas demoraram a passar. Quando deu 18:00 voei para minha casa, escolhi a minha roupa com cuidado. Eu estava decidida: daquela noite, ele não passava. Escolhi um vestido vermelho e uma sandália alta. Decidi ir com a minha lingerie favorita: cuequinha pequena e cinta liga. Olhei-me ao espelho antes de sair, e modéstia a parte, eu estava irresistível. Oito horas em ponto, ele buzinou em frente a minha casa. Corri para fora. Ele estava nada mais nada menos do que perfeito. Vestia uma camisa branca, blazer e jeans. Entrei no seu carro e ele disse:

"Linda, como sempre" e sorriu aquele sorriso torto. Ele levou-me a um restaurante simplesmente maravilhoso. Bebemos um bom vinho, conversámos como velhos amigos, e vi o quão interessante aquele homem é.
"Já está a ficar tarde. Queres voltar para casa?"
"Pode ser." ele pediu a conta e fomos. Quando chegamos à minha casa, ele parou, e disse:
"Estás entregue, sã e salva." aquela noite não iria terminar ali — não completamente – e ali, dentro do carro dele, deixei a insanidade tomar conta e beijei-o. Foi o melhor beijo que dei na minha vida. A boca dele era macia e sua língua procurava pela minha meio que desesperadamente. Senti a mão dele a percorrer a minha coxa, aquela mão macia que por vezes me levava à loucura. Quando paramos de nos beijar, ele disse:
"Não sabes como eu esperava por isso" e sorriu o meu sorriso preferido. "Não pára por aqui, querido" sorri sacanamente para ele, saí do carro e ele veio atrás de mim. Beijou-me novamente, mas dessa vez de uma forma mais safada. Encostou-me ao carro, passava a mão pelo meu corpo e ficou o que pareceu décadas no meu rabo. Ele acariciava-me de uma maneira tão gostosa, que tive um orgasmo sem perceber. Peguei na sua mão e levei-o para dentro da minha casa. Continuamos o amasso no sofá. A essas horas já sentia um volume a formar-se dentro das suas calças, e aquilo estava a deixar-me super excitada.
Não me surpreendi quando ele passou a mão no meio de minhas coxas e achou a minha ratinha, que já estava bem molhada e começou a masturbar-me. Que mão! Ele massajava o meu clitóris, e por vezes penetrava um ou dois dedos. Eu gemia, e não era pouco. Tirei a sua camisa, e apreciei o seu peito, depilado, que apesar de até então nunca ter visto, eu sabia que era perfeito. Ele tirou o meu vestido e o meu sutiã, e mamava os meus seios, e por vezes mordia os bicos. Eu estava louca com aquilo tudo. Desapertei o seu cinto, pus seu pénis para fora e não perdi muito tempo apreciando-o e pus na boca. Agora quem gemia era ele, ao mesmo tempo que acariciava os meus cabelos. Ele puxou-me pelo cabelo e pôs-me de pé. Fui aos céus com aquele acto e gemi alto. Ele sorriu com uma cara de safado e sussurrou ao meu ouvido:
"Safada. Agora vais saber o que é um homem de verdade." e, provavelmente, deduziu onde era o meu quarto e atirou-me para a cama. Pude ter a visão maravilhosa daquele homem tão gostoso nu. Ele pôs-me de bruços e penetrou de uma vez só na minha vagina. Fui aos céus. Gemi alto, e ele ia num ritmo de vai e vem que me enlouquecia.
Ele deve ter percebido o quanto eu gostava de ter o cabelo puxado e o puxou novamente, enquanto beijava o meu pescoço e dizia coisas sacanas ao meu ouvido. "Fica de quatro." Obedeci. Ele de novo enfiou aquele pau na minha ratinha, mas dessa vez com força. Agora os dois gemiam, cheios de prazer.
Eu devia ter gozado umas 7 vezes, enquanto ele não dava nem sinais. Aquele homem era uma máquina. Puxou o meu cabelo (ele sabia como deixar-me com tesão) e acelerou. Agora sim, ele batia forte, e dava palmadas no meu rabo. Quando ele tirou o pénis de dentro de mim, senti falta. Chupei com vontade, por vezes engolia-o todo. Ele veio nos meus seios.
Foi a melhor noite da minha vida. Ele dormiu na minha casa, e de manhã acordou-me com um delicioso oral, tomou café comigo, e foi embora. Eu não sabia como encará-lo na Segunda. Mas, depois daquela noite ma-ra-vi-lho-sa, isso era o que menos importava.
| Escrito por Engenheiro |
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